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Celebração do Centenário do nascimento de Chiara Lubich em Faro

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A escolha do dia 22 de novembro para assinalar, no Algarve, o centenário do nascimento de Chiara Lubich foi providencial, sublinha a comunidade do Movimento dos Focolares no Algarve, que preparou este evento.

O Bispo do Algarve, D. Manuel Quintas, antes da Eucaristia que celebrou na Sé de Faro, visitou a exposição que assinala o evento, patente num local nobre anexo à Catedral e que exibe, com bom gosto e simplicidade, alguns dos aspetos mais marcantes da vida de Chiara Lubich.

No dia anterior, o Papa Francisco marcou presença, através dos canais de comunicação social, no encerramento do evento de sua iniciativa ‘A Economia de Francisco’. A este respeito, os membros da comunidade do Algarve comentam:

“Lembrámo-nos da frase do Papa Bento XVI, no dia da partida de Chiara para o Pai: Chiara era uma mulher em plena sintonia com o pensamento dos Papas, que por vezes conseguia intuir em antecipação. A sintonia é total entre a Economia de Comunhão, idealizada por Chiara e a Economia de Francisco. Uma nova economia, mais sustentável, mais humana, com novas soluções para uma economia mais justa, em que a gratuidade está sempre presente, foram então grandes preocupações de Chiara e permanecem hoje no centro da atenção do Papa Francisco, tomando como modelo S. Francisco de Assis. Cuidar dos mais frágeis, fraternidade, pôr os talentos ao serviço do bem comum, foram linhas chave de algumas das intervenções na Economia de Francisco e também elas fazem parte da herança que Chiara deixou.”

Sendo dia de Cristo Rei, a sintonia deste evento em Faro acontece também por via do Amor e entrega total de Chiara a Deus e à Sua Igreja e, concretamente, com uma profunda experiência de Deus que Chiara fez na Eucaristia do Dia de Cristo Rei, no longínquo ano de 1943.

Em Faro, na Eucaristia, D. Manuel Quintas, visivelmente satisfeito, começou por agradecer o dom da vida de Chiara, salientando de seguida os traços mais salientes do Carisma de Chiara. Uma belíssima homenagem, onde fez o paralelismo entre o sonho de fraternidade de Chiara Lubich e o papel das religiões ao serviço da fraternidade, tão bem expresso pelo Papa Francisco no capítulo VIII da Encíclica Fratelli Tutti.

No final, a alegria da comunidade era visível e concluem:

“Trocar a lógica da indiferença pela atenção aos que mais sofrem é uma constante nas mensagens do Santo Padre. E mais uma vez, neste dia de Cristo Rei, dirigindo-se aos jovens disse-lhes, por ocasião da entrega da Cruz e do ícone de Nossa Senhora, símbolos das próximas Jornadas Mundiais da Juventude, que eles não podem ser cristãos de bancada, ou de sofá e concluiu dizendo que temos de viver, dando vida, servindo os irmãos. Todos nós, jovens das diversas faixas etárias estamos convocados. Certamente que Chiara também espera isso de todos nós e será essa a melhor homenagem que lhe poderemos fazer.”